quarta-feira, fevereiro 21, 2007

O que tenho visto


Babel

Ano: 2006
País: EUA

Realização: Alejandro González Iñárritu

Elenco:
Cate Blanchett
Brad Pitt
Gael García Bernal
Kôji Yakusho
Adriana Barraza
Rinko Kikuchi



Lucky Number Slevin - Há Dias de Azar

Ano: 2006
País: EUA

Realização: Paul McGuigan

Elenco:
Josh Hartnett
Morgan Freeman
Lucy Liu
Bruce Willis
Ben Kingsley
Stanley Tucci



Final Destination 3 - O Último Destino 3

Ano: 2006
País: EUA

Realização: James Wong

Elenco:
Ryan Merriman
Mary Elizabeth Winstead
Kris Lemche




Edison - Edison Force

Ano: 2005
País: EUA

Realização: David J. Burke

Elenco:
Kevin Spacey
Morgan Freeman
Justin Timberlake
LL Cool J
Dylan McDermott



Layer Cake - Crime Organizado

Ano: 2004
País: Reino Unido

Realização: Matthew Vaughn

Elenco:
Daniel Craig
Tom Hardy


Asylum - A Casa da Loucura

Ano: 2005
País: Reino Unido - Irlanda

Realização: David Mackenzie

Elenco:
Natasha Richardson
Gus Lewis
Ian McKellen


Walk the Line

Ano: 2005
País: EUA

Realização: James Mangold

Elenco:
Joaquin Phoenix
Reese Witherspoon


Comentário:
Babel, não é, na minha opinião (que tenho particular estima por "amores perros"), o melhor filme da chamada "Trilogia da dor", mas tem o seu crédito, para além do irrepreensível elenco. Numa narrativa com diversas histórias que se cruzam (tal como em "Crash")Babel mostra as diferenças culturais, as relações humanas que daí advêm, e o fosso que se encontra ainda numa sociedade supostamente desenvolvida.
Iñárritu continua a ter mérito na forma como retrata o pensar e o sentir do Ser humano seja em que contexto for, por isso creio que Babel encerra bem a "trilogia da dor".
Lucky number slevin: A destacar o brilhante argumento, que é o grande trunfo do filme, e o papel de Josh Hartnett, que aqui aparece mais maduro, sem a expressão imberbe que o caracteriza. Lucky number slevin apresenta uma história que em crescendo nos vai dando algumas surpresas e se vai tornando cada vez mais imprevisível, o que é de valorizar neste género de filme que poderia ser apenas mais um êxito comercial.
Final Destination 3: Sempre achei a premissa interessante, mas como em muitas sequelas, acaba por tornar-se exaustiva, e se nos dois primeiros havia trunfos, neste terceiro deixa de existir qualquer novidade ou qualquer surpresa, para ser apenas mais um previsível filme teen slasher.
Edison é mais um filme de polícias corruptos, onde nem Morgan Freeman nem Kevin Spacey salvam o vazio da história e a banalidade da acção.
Layer cake: Matthew Vaughn com este filme faz-nos recordar "Lock, Stock and Two Smoking Barrels" e "Snatch" de Guy Ritchie, ou não tivesse sido ele o produtor dos mesmos. Um filme de gangsters numa narrativa com as surpresas habituais, onde vários grupos perseguem o mesmo objectivo em encontros e desencontros, com alguma ironia e vários gags.
Asylum: Um filme fraco e melodramático, onde todas as personagens têm a sua dose de mentes perturbadas, e encaixam bem na atmosfera de asilo.
Walk the line:Um biopic sobre Johnny Cash, que não foge muito ao convencional do género. A destacar as interpretações de Joaquin Phoenix e Reese Witherspoon.

Etiquetas:

7 Comments:

Blogger Ursdens said...

Concordo inteiramente com o que dizes acerca de "Babel".

12:28 da manhã  
Anonymous Roberto Queiroz said...

Achei Babel tudo o que eu esperava (não foi à toa que no Festival de Cinema do Rio ele foi o primeiro filme a ter seus ingressos esgotados!). Xeque-Mate e Johnny e June também são interessantes (com um destaque maior para o primeiro). Já Edison achei uma bomba. Por favor, esqueçam esse rapaz (Justin Timberlake).

(http://claque-te.blogspot.com): Rocky Balboa, de Sylvester Stallone.

11:57 da manhã  
Blogger -pirata-vermelho- said...

(Fora de contexto - sugiro que ponha apenas duas fiadas de fotos no cabeçalho eventualmente de menor dimensão, cada uma)

3:03 da tarde  
Blogger Lua Obscura said...

Obrigada pela sugestão Pirata Vermelho.

3:26 da tarde  
Blogger LemonTea said...

Babel... Vidas cruzadas, sofridas, cheias de feridas abertas e escondidas, bastando apenas que todos tivessemos a mesma linguagem...

Será destino nosso... ou desafio?...

5:05 da tarde  
Anonymous Friedrich said...

Histórias cruzadas, no Babel, mostram como as diferenças são assentuadas num universo desigual...

Um beijo meu

9:18 da tarde  
Blogger Luís Sirgado said...

Por acaso achei o Babel um bom filme, mas preparem-se porque de certeza absoluta que não vai ganhar nenhum óscar. O meu palpite vai para outro lado, Cartas de Iwo Jima.
Obrigado pelas visitas ao meu blog.

Cumprimentos cinematográficos

7:07 da tarde  

Enviar um comentário

<< Home


referer referrer referers referrers http_referer