domingo, junho 29, 2008

De regresso...

Foram alguns meses de ausência, com algumas dificuldades em aceder à net. Deixo apenas algumas imagens a recordar a estadia.

Barragem de Cahora Bassa:


Beira:


Maroeira:


Chicoa:


Mercado de Chitima:


Mercado de Tete:


Maputo:


Pilgrim's Rest (África do Sul):


Blyde River Canyon (África do Sul):


Kruger Park:




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sexta-feira, abril 13, 2007

Ainda com a cabeça nas férias...

sexta-feira, março 02, 2007

Eclipse da Lua


Lua «desaparece» totalmente a 3 de Março

Eclipse é vísivel em Portugal





Os portugueses vão poder assistir no primeiro sábado de Março, se as condições do céu o permitirem, ao primeiro eclipse total da Lua desde 2004, visível em toda a Europa, África e Ásia ocidental.

O fenómeno terá início às 21h30 (hora TMG e de Lisboa) de 03 de Março, depois da Lua entrar em penumbra às 20h18, e terminará à 01:20 dessa noite, com o eclipse total a ocorrer entre 22h44 e as 23h58, precisou à agência Lusa a astrónoma Albertina do Campo, do Observatório Astronómico de Lisboa (OAL).
Se as nuvens não interferirem, a Lua "cheia" estará nessa noite bastante alta no céu, virada a sul, em muito boas condições para se observar a sua ocultação, referiu. O eclipse resultará da interposição da Terra entre o Sol e a Lua, que fará projectar nela a sua sombra em forma de cone.

Mas mesmo no meio da fase de ocultação total, às 23h21, a Lua não irá desaparecer completamente devido a radiações luminosas de partículas da atmosfera terrestre que se projectam nela. É por isso que o disco lunar estará sempre visível, com várias tonalidades entre o cinzento e o avermelhado, explicou a astrónoma do OAL.

Foi a partir da observação dos eclipses que os antigos gregos descobriram que o planeta era redondo, recordou Albertina do Campo. A palavra eclipse vem aliás do grego (ékleipsis), que significa desaparecimento.

Sessões em todo o País

Em todo o país haverá sessões públicas de acompanhamento do fenómeno, com explicações detalhadas, com o Observatório Astronómico de Lisboa a abrir as suas portas ao público na noite de 03 de Março e o NUCLIO (Núcleo Interactivo de Astronomia) a promover uma sessão idêntica no Centro de Interpretação Ambiental da Ponta do Sal, em São Pedro do Estoril.

Embora o eclipse seja facilmente visível à vista desarmada, o OAL disporá de telescópios para os curiosos e o NUCLIO dará aos interessados a possibilidade de observarem em directo, via Internet, a evolução do fenómeno noutros países, caso a Lua esteja encoberta nessa noite.

A norte, o Centro de Astrofísica da Universidade do Porto organiza também uma sessão de observação do eclipse na sua sede, na rua das Estrelas, durante a qual reunirá uma "Tertúlia" animada por um astrónomo, onde o público poderá esclarecer as suas dúvidas.

Este é o primeiro dos dois eclipses totais da Lua de 2007, com o segundo a ocorrer a 28 de Agosto, mas dessa vez não será visível na Europa.

O último ocorreu na madrugada de 28 de Outubro de 2004, uma quinta-feira, entre as 03h23 e as 04h45, sendo o de 03 de Março a horas bem mais convenientes, já que tudo se vai passar depois da hora do jantar de um sábado à noite.

In "Ciência Hoje"

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sexta-feira, fevereiro 09, 2007

....

quarta-feira, dezembro 27, 2006

Uma tarde de canal 2

Cansada de programas natalícios, deliciei-me a ver o canal 2 durante a tarde de segunda-feira, ou seja, dia de Natal. E valeu a pena, aliás...vale sempre a pena...

Começando às 13.30: Três episódios de "THE O.C. II"


















15.45: Documentário bestial sobre o Grande "Cirque Du Soleil" e o espectáculo - FIRE WITHIN












16.45: Um filme curioso "MY FAMILY AND OTHER ANIMALS", adaptado da biografia de Gerald Durrel.

















Isto tudo para dizer que ainda há qualidade na televisão portuguesa...

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terça-feira, novembro 14, 2006

As frases do júbilo












Muitas vezes pensei e falei nas dificuldades da profissão de professor. Mas, por detrás dessas dificuldades, há os momentos de brilho e de realização, que são muitos, sem sombra de dúvidas.
Hoje apenas refiro duas frases que me ficarão sempre na memória, junto a outras que vamos ouvindo ao longo da nossa carreira, e me encheram de júbilo.

1ª- "Quando sair desta escola a única pessoa de quem vou sentir falta é de si."

2ª- "Quando entrei naquela sala para ser avaliada, sentia-me nervosa, ao olhar as pessoas do júri encontrei-a a si e senti que era o meu sol, o nervosismo desapareceu."

Acho que sempre sonhei ser um Keating na vida de alguém, porque eu tive a sorte de ter esse Keating (há 15 anos atrás), que no meu caso se chamava São e existe agora, já não como professora, mas como uma grande e eterna amiga, que amo de coração.
Por isso, este post é dedicado a muitos professores, mas em especial à minha grande e sublime São!!!

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E como os dias são cansativos, o trabalho é muito e a estupidez é tanta, vou ali à Lua de Ipanema beber um Bacardi. Até já...

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sábado, novembro 11, 2006

Cidade












Estou sentada do lado de cá, para trás das minhas costas ficou uma noite de S. João, lá ao longe ficou um passeio pelo rio. Hoje, fica este momento, este anoitecer com um sabor diferente, com uma luz diferente, fica este caminho que se abre e deixa ver uma perspectiva diferente de ti, Cidade Surpresa, Cidade Mistério, Cidade em tempos Mulher.
Revejo-te agora, relembro-te agora, para que possa renovar-te neste instante e dar-te outro nome.
Levanto-me e deixo-te com a luz da noite, vou com a certeza de que foste transfigurada, de que és Cidade nova, Cidade vida. Até breve...
Gostei de te reencontrar no passado, desconstruir-te no presente e renovar-te no futuro...

"O teu romantismo é a tua tuberculose."
Cat.

"O mês em que sonhei e confirmei a minha recusa no acordar..."
Lua

"Os mistérios da vida desvendam-se de olhos fechados..."
Cat.

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Bacardi influence

segunda-feira, setembro 25, 2006

Ser professor ou não Ser

A profissão de professor já não é o que era. Os alunos não nos oferecem maçãs, oferecem-nos sim, algumas dores de cabeça. O professor não é intocável, pelo contrário, vive no limbo entre as queixas dos pais e as queixas dos filhos. Ser professor já não é só uma arte, a arte de ensinar, de transmitir conhecimento. É às vezes uma provação, um desgaste. O professor entra na escola às 8.00 da manhã, sai às 19.00, corre para casa, janta, prepara aulas e dorme, muitas vezes um sono desasossegado, a pensar já no dia seguinte, na turma difícil que vai ter a meio da manhã, na matéria complexa que vai ter de ensinar subtilmente para não cansar, nas estratégias a usar, nos conflitos a gerir.
Ser professor é ser mil personagens disfarçadas, é rir e chorar, é rejuvenescer, mas também envelhecer.
Ser professor foi uma opção inicial, agora é por vezes uma obrigação, um querer e não querer, um poder e não poder. O caminho do professor é cheio de pedras a transpor, é um caminho de luta entre a incerteza e a dúvida, por oposição à maravilha e ao deslumbramento de ensinar, de marcar a vida dos alunos.
Ontem vi, pela segunda vez, "O sorriso de Mona Lisa", e hoje, ao chegar a casa, depois de ter passado o dia entre "mil" matérias e dezenas de alunos, revisitei a amargura que reside na dificuldade de ser professor...

(...)"Professor sou-o por fatalidade. Mas alguma coisa se me impõe na avidez dos alunos que me escutam, na necessidade de responder à sua descoberta do mundo - e assim me invento o professor que não sou, e eles imaginam em verdade o que é em mim só ficção."(...)
Vergílio Ferreira

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"O Sorriso de Mona Lisa"

Uma professora serve de inspiração para as suas alunas, após decidir lutar contra normas conservadoras do colégio em que trabalha.

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"Mentes perigosas"

LouAnne Johnson é colocada como professora de um grupo de rebeldes adolescentes que aceitam o insucesso como forma de vida. Determinada em ganhar-lhes a confiança e a fazer a diferença nas suas vidas, LouAnne não olha a meios para atingir fins aprendendo, no limite, algumas duras lições.

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"Clube dos poetas mortos"

Um carismático professor de literatura chega a um conservador colégio, onde revoluciona os métodos de ensino ao propor que os seus alunos aprendam a pensar por si mesmos.

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"O Clube do Imperador"

William Hundert é um professor, verdadeiramente apaixonado pelo seu trabalho, que crê firmemente que a vida de um cidadão deve ser regida por princípios de integridade.
Esta é a mensagem que tenta transmitir aos seus alunos. Contudo, o seu método de ensino vai ser posto à prova por um novo aluno, Sedgewick Bell, filho de um Senador, que entra em confronto directo com o professor e tenta arrastar os colegas nos seus actos de rebeldia. O desafio a que Hundert se propõe é modificar o carácter rebelde de Sedgewick, e ganhar a sua confiança.

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quarta-feira, setembro 20, 2006

Retratos do amor (8)
















Posso escrever os versos mais tristes esta noite.
Escrever, por exemplo: "A noite está estrelada,
e tiritam, azuis, os astros lá ao longe".
O vento da noite gira no céu e canta.

Posso escrever os versos mais tristes esta noite.
Eu amei-a e por vezes ela também me amou.
Em noites como esta tive-a em meus braços.
Beijei-a tantas vezes sob o céu infinito.

Ela amou-me, por vezes eu também a amava.
Como não ter amado os seus grandes olhos fixos.
Posso escrever os versos mais tristes esta noite.
Pensar que não a tenho. Sentir que já a perdi.

Ouvir a noite imensa, mais imensa sem ela.
E o verso cai na alma como no pasto o orvalho.
Importa lá que o meu amor não pudesse guardá-la.
A noite está estrelada e ela não está comigo.

Isso é tudo. Ao longe alguém canta. Ao longe.
A minha alma não se contenta com havê-la perdido.
Como para chegá-la a mim o meu olhar procura-a.
O meu coração procura-a, ela não está comigo.

A mesma noite que faz branquejar as mesmas árvores.
Nós dois, os de então, já não somos os mesmos.
Já não a amo, é verdade, mas tanto que a amei.
Esta voz buscava o vento para tocar-lhe o ouvido.

De outro. Será de outro. Como antes dos meus beijos.
A voz, o corpo claro. Os seus olhos infinitos.
Já não a amo, é verdade, mas talvez a ame ainda.
É tão curto o amor, tão longo o esquecimento.

Porque em noites como esta tive-a em meus braços,
a minha alma não se contenta por havê-la perdido.
Embora seja a última dor que ela me causa,
e estes sejam os últimos versos que lhe escrevo.

Pablo Neruda

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terça-feira, setembro 19, 2006

Retratos do Amor (3)


Amor, palavra aguda que agudiza o espírito e o coração.

Falamos tanto de amor, de paixão e de desejo, que na confusão dos dias acabamos a falar de carinho, amizade e ternura.
O Ser Humano é complexo, ou faz por tornar-se complexo, quando fala da razão e do coração.
O Ser Humano chega a ser idiota, porque idealiza demais, sonha em quantidades exorbitantes, exige demais e no fim da estrada encontra uma encruzilhada que ele próprio construiu.
Depois pára, olha e sofre porque não sabe por onde ir.
A questão é que no fundo, bem no fundo da alma, sabe que caminho trilhar, mas tem medo e sente-se perdido porque recriou a confusão, o desconforto e a indecisão.
No Ser Humano reside o masoquismo e a auto-compaixão tão exacerbados que prefere desconstruir o processo da certeza e construir o processo da indefinição.
E, ao tomar uma decisão, podem daí advir uma série de resultados:
1º Tomou a decisão certa, mas não sente, porque construiu a estrutura da confusão, e só o saberá definitivamente quando a vida lho provar.
2º Tomou a decisão errada, mas não sabe, porque está demasiado embrulhado, só o saberá quando a vida lho ensinar.
3º Não tomou nenhuma decisão e a vida (ou ele próprio) ensinou-o bem ensinado, ficou sozinho, a lamentar-se e a comprazer-se na sua própria dor (masoquista), a dor do que perdeu, do que não quis evitar, do que não soube conquistar ou segurar.

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Retratos do Amor (2)



"DESCONSTRUÇÕES"(Martha Medeiros)

Quando conhecemos uma pessoa, construímos uma imagem dela.
Esta imagem não tem a ver com o que a pessoa é de verdade, tem a ver com as nossas expectativas e tem muito a ver com o que ela "vende" de si mesma.
É pelo resultado disso tudo que nos apaixonamos.
Se esta pessoa for bem parecida com a imagem que projectou em nós,desfazer-se deste amor, mais tarde,não será tão penoso.
Restará a saudade, talvez uma pequena mágoa, mas nada que resista por muito tempo.
No final, sobreviverão as boas lembranças.
Mas se esta pessoa "inventou" uma personagem e você caiu na armadilha,aí, somado à dor da separação, virá um processo mais lento e sofrido:a de desconstrução daquela pessoa que você achou que era real.
Desconstruindo Flávia, desconstruindo Gilson, desconstruindo Marcelo...
Milhares de pessoas estão vivendo os seus dias aparentemente numa boa,mas por dentro estão desconstruindo ilusões;tudo porque se apaixonaram por uma fraude, não por alguém autêntico.
Ok, é natural que, numa aproximação, nós mostremos mais as nossas qualidades que defeitos.
Ninguém vai iniciar uma história dizendo:
muito prazer, eu sou arrogante, preguiçoso e cleptomaníaco.
Nada disso, é a hora de fazer charme.
Mas isso é no começo.
Uma vez o romance engatado, aí as defesas são postas de lado e nós mostramos quem realmente somos, as nossas gracinhas e as nossas imperfeições.
Isso se formos honestos.
Os desonestos do amor são aqueles que fabricam ideias e atitudes, até que um dia se cansam da brincadeira, deixam cair a máscara e o outro fica ali, atónito.
Quem se apaixonou por um falsário, tem que desconstruí-lo para se desapaixonar.
É um sufoco.
Exige que você reconheça que foi seduzido por uma fantasia,que você é capaz de se deixar confundir,que o seu desejo de amar é mais forte do que a sua astúcia.
Significa encarar que alguém por quem você dedicou um sentimento nobre e verdadeiro não chegou a existir.
Tudo não passou de uma representação ? e olha, talvez até não tenha sido por mal...
Pode ser que esta pessoa nem se conheça a si mesma, por isso ela se inventa.
Nós resistimos muito a aceitar que alguém que amamos não é, e nem nunca foi especial.
Que sorte quando sabemos com quem estamos lidando:
mesmo que venha a desamá-lo um dia, tudo o que foi construído se manterá de pé.

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sexta-feira, setembro 08, 2006

Bom fim-de-semana e muitos beijos cinematográficos!!!

terça-feira, agosto 29, 2006

Mês de Agosto

São 9.10 da manhã, acabei de me sentar. O comboio arrancou, liguei o ipod, a música é sempre a mesma "Antony and the Johnsons". O cansaço também é sempre o mesmo...
As férias terminam domingo, um mês passou num ápice.
Foi um mês caminhante, que caminhou, mesmo quando eu parei, um mês que quis ensinar-me, quando eu não quis aprender. Um mês longe de espaços agrestes de memórias, longe da minha casa.
Foi "O" mês em que fiz 30 anos, em que andei de um lado para o outro, em que li alguns livros pendentes, vi alguns filmes que perdi no cinema. O mês em que muito ri e muito chorei. O mês em que fui corajosa, mas o mês em que temi. O mês que amei e desamei e voltei a amar (mesmo com diferentes tipos de amor, como diz alguém que amo). O mês que sonhei e confirmei a minha recusa no acordar. O mês em que compreendi o que não queria aceitar. O mês em que vi o que não queria ver. O mês em que senti, senti, senti, tudo até à exaustão. O mês em que gritei e esperneei do fundo da alma. O mês em que vi com lucidez a rapidez com que a vida nos apanha e nos testa. O mês em que me revisitei como aluna indisciplinada. O mês em que acabei por dar um sinal a mim própria.
O mês em que, alguém que amo, me propôs um desafio: "Acredita na Magia; Sente..."
Este, em que escrevo, é ainda o mesmo mês, mas vou disciplinar-me a acreditar e a sentir este mês e todos os outros que hão-de vir...

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sexta-feira, agosto 25, 2006

Paragem em férias


16/08/2006
Acordei na expectativa de fazer 30 anos, com aquela absurda tendência em atribuir importância a datas e a números, quando o que carrega a maior relevância é o estarmos vivos e podermos celebrar mais um ano de caminhada na vida, recordando o que passou.
Às vezes perdemos tempo quando nos apegamos demasiado a nós próprios e ao materialismo das banalizações. Mas no dia em que fiz 30 anos, à noite, enquanto jantava, recebi a notícia de que a "Camila", uma cocker muito especial de uma amiga minha, tinha partido rumo a "Timbuktu", terminando o seu sofrimento nesta vida.
Mas assim como Mr. Bones esperava encontrar Willy, acredito que a Camila encontrou realmente quem a recebeu, renovada e recuperada da dor, de braços abertos nesse outro mundo que existe mais além, seja apelidado de timbuktu, ou de outro nome qualquer.
Porque para além da importância de se celebrar mais um ano que passa e que nos prova que estamos vivos, persiste uma importância maior na certeza de que, quando cumprimos o nosso fado, e chega a nossa hora, não terminamos a nossa caminhada, apenas a continuamos noutro patamar, renovados e renascidos.
Por isso, Camila, onde quer que estejas, espero que a tua caminhada seja singela e doce como era o teu olhar e que te sintas Aí amada como o foste AQUI.

"Enquanto nos pudermos amar uns aos outros, e recordar o sentimento de amor que tivemos, podemos morrer sem partir de facto. Todo o amor que tiveres criado estará ainda ali. Todas as memórias ainda estão ali. Continuas a viver, nos corações de toda a gente que tiveres tocado e acarinhado enquanto aqui estiveste."

Morrie Schwartz

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sexta-feira, agosto 04, 2006

Pequena paragem

Continuando em férias, vou deixar o blog descansar por uns dias. E como os caracteres têm andado meio descontrolados, vou deixá-lo descansar, até encontrar solução...
Volto em breve e levo na bagagem "Otelo" e "Uma casa na escuridão".
Até já...

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quarta-feira, agosto 02, 2006

Universos em Férias

terça-feira, julho 25, 2006

O pensamento é o passeio da alma

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"Escuto e esqueço; vejo e recordo; faço e entendo".
(Tao Te King)

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quarta-feira, julho 19, 2006

Beijar ou não beijar?


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